10/03/2010

Curtas e Grossas, mas rapidinhas...


 

Editorial

Caros leitores, apresentamos-lhes abaixo, uma serie de noticias, curtas e grossas e bem rapidinhas.

Esperamos que gostem.

Maia


Cactus Moto Fest

Hoje é dia de pegar a moto da revisão, terminar de arrumar a bagagem, pois amanhã cedo é hora de pegar a estrada rumo a Currais Novos-RN, onde neste final de semana estaremos cobrindo e curtindo o Cactus Moto Fest, um dos melhores e maiores eventos do ano.

Alguns amigos estavam perguntando qual o roteiro que iramos fazer, que resolvemos publicá-lo (abaixo), para quem sai de Recife, pela BR-101.

Cuidados especiais devem ser tomados logo depois da entrada para Itamaracá, devido as obras de duplicação da BR-101, temos trafego intenso, e pista muito suja, até Goiana.

Entrando em Goiana para seguir para Campina Grande, atenção no trecho entre Juripiranga e Itabaiana, pois sempre tem alguns buracos por lá, apesar de na ultima vez, todos estarem tampados.

Outro ponto que merece atenção é a serra, depois de Junco do Seridó, pelas suas curvas, e pontes estreitas.

No mais, é curtir a viagem, e se esbaldar no Cactus Moto Fest.

Maia


Exibir mapa ampliado


Penetras e Eventos

Caros,

Recebi com prazer respostas e comentários sobre as poucas linhas que escrevi sobre este assunto que despertou muitas opiniões. Algumas naturalmente discordando, outras apenas comentando meu ponto de vista. Todas educadas e inteligentes. Confesso, na verdade, que fui um pouco jocoso ao falar que o motociclista está acima dos brasões ou patotas. Falei patotas porque é fato que há pouco moto-clubes de verdade hoje em dia. Nada contra e nadica de polemizar com quem pensa de forma diferente - a estrada é para todos.

Entretanto, pessoa que se autodenomina "Jegue", dentre outras grosserias, afirmou que por conta da minha opinião sou um "descartado"... Bem, pelo menos não tenho quatro patas no chão! Capim para ele!

Cordiais Saudações!

Luiz Almeida - luiz.almeida@ibge.gov.br


Kavaleiros_19.JPGEm épocas de ser ou não ser, encontrei neste texto a essência de SER...............

O verdadeiro motociclista (Por Youssef)

Tenho visto muita gente falando e escrevendo sobre "o verdadeiro motociclista". Acabei ficando curioso e procurando entender quem é esse cara; afinal, parece que muitos o procuram mas poucos já o viram.

Na multidão de vozes que falam sobre o assunto vi de tudo. Para alguns é uma questão de cilindrada, nesta visão se exclui do grupo de candidatos quem esteja abaixo de um determinado número. A marca limite varia mas, certamente, com 125cc você não pode ser um motociclista. Os donos de 125 reclamam, é claro, mas dizem que uma Pop 100 não pode ser chamada de moto.

Para outros, é o local por onde você trafega que determina se você é um "verdadeiro motociclista". Neste caso, só os estradeiros atingiriam tal nível de qualificação. Quem usa moto para ir ao trabalho, faculdade ou pequenos passeios não poderia conhecer a essência do motociclismo.

Pode-se encontrar também muita gente que define o motociclista pela adesão a um moto-clube. Assim, motociclista solitário é uma vergonha para a classe, alguém totalmente desprezado. Se fizer parte de um moto-grupo, pelo menos, começa a adquirir algum respeito e o direito de existir. Agora, motociclista mesmo só depois de conseguir o seu colete. Alguns ainda acrescentam umas regrinhas extras, não permitindo a retirada do colete por qualquer motivo.

Outra vertente segue a linha da idade. Opa! Agora vou me dar bem. O verdadeiro motociclista seria o "tiozão" que pode contar como eram as coisas no "seu tempo", quando um motociclista sempre acenava ao cruzar com outro, independentemente de marca ou cilindrada. Se for esse o caso, realmente será difícil achar o "verdadeiro motociclista", pois a maioria dos motociclistas não chega a envelhecer. Quem chegar lá terá provado que é um motociclista de verdade.

Mas, afinal, quem é esse cara (ou essa mulher) que todos procuram e ninguém encontra? Quem pode ser chamado de um verdadeiro motociclista?

Ora, a resposta é simples: sou eu; ou melhor: é você. Somos todos nós que, apesar de todos os riscos, da falta de segurança de nossas estradas, do grande número de idiotas dirigindo veículos que pesam toneladas, dos buracos, do IPVA e do DPVAT, apesar da discriminação, de sermos vistos como bandidos ao entrarmos num banco segurando o capacete, apesar da chuva que não acaba nunca, insistimos em andar sobre duas rodas.

A vida já é complicada demais e as pessoas divididas demais para ficarmos gastando nosso tempo e energia tentando decifrar quem pode ser chamado de um "verdadeiro motociclista".

Não vou deixar que ninguém me rotule, seja pela idade, seja pela cilindrada da minha moto ou pelo fato de eu andar sozinho ou em grupo. A liberdade não convive com rótulos.

Um verdadeiro motociclista? SOU EU!!!

Fonte: Youssef (blog-do-tiozao.blogspot.com)

Lennon - Kavaleiros de Aço
Luanda- Angola- Africa.
lennonrn@hotmail.com


Penetras e Eventos

Do muito que se foi dito quanto aos “penetras de eventos” devemos levar em conta o que tornaria realmente alguém um penetra. Como já foi dito alguns, existe aquela pessoa que não pertence à moto-clube, mas vai ao evento para prestigiá-lo e por ventura compra uma camisa (ou kit), um acessório num expositor, ou aprecia o show (de acrobacias ou de alguma banda) consumindo algo numa das barracas de bebida ou comida, ou simplesmente quem vai ao evento para admirar as motocicletas não pode ser considerado penetra, pois ele se enquadra no chamado "publico alvo" de ao menos algum dos envolvidos nas ações acima.

A origem do motociclismo embasado em moto-clube remete a amizade de longas datas e a grupos que regressavam de guerras servindo no mesmo pelotão, nutrindo sentimentos de irmandade e compartilhando da mesma paixão pela motocicleta decidiam abraçar um brasão como identidade do grupo. Aqui (no Brasil e em nossa região) esse contexto foi mais além agregando valores mais humanitários.

Alguns incidentes que têm ocorrido em eventos se dão por conta de indivíduos alheios ao “público alvo” que se aproveitam da multidão para cometer seus atos. Algo a ser pensado, e se viável adotado, seria um controle ao acesso de todos (entenda-se segurança com combate ao porte de armas e acrobacias indevidas que põe risco a segurança dos demais) , com espaços definidos para motociclista e motocicletas, expositores, acrobacias, shows e tudo mais que venha a servir de atração. Ao invés de afugentar ou restringir a população nativa basta apenas “regrar” o acesso, pois o simples fato de atender ao estabelecido pelos organizadores do evento já é a mais pura forma de demonstração de respeito.

Lembremos sempre que a origem dos “eventos” de moto-clubes tinha por finalidade a união e confraternização dos motociclistas (chamados na época de motoqueiros, pois não havia o novo Código de Trânsito Brasileiro com esta definição politicamente correta), e se a tendência é a mudança, que se dê de maneira coordenada. E não esqueçamos nunca de que (para quem sabe o significado) É IMPORTANTE SIM TER UM BRASÃO E O DEFENDER!


Kivver Medeiros
M.C. Tropeiros do Asfalto
Campina Grande – PB
kivvermedeiros@hotmail.com


Cartaz do 6º Aniversário do Coyote

Pedrão
COYOTE BIKERS MC - Presidente
pedrao@coyotebikes.com.br


5º Santa Cruz Moto Fest

Novo panfleto de divulgação:

5º Santa Cruz Moto Fest



Publicidade:

 Em Setembro o Nordeste vai tremer em Duas Rodas... Aguardem!!!